segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Bons tempos




Naqueles tempos, Morretes era muito legal – muuuiiito legal! As pessoas se divertiam em rios, bosques e lugares secretos. Era tão divertido, lá tinha rios, chácaras, bosques e uma visão linda da serra.
Entretanto, em um dia de domingo, eu e meu primo, brincávamos de mãe-se-esconde, me escondi dentro de uma árvore cheia de abelhas!
Saí correndo, mas levei seis picadas, elas me seguiram e picaram meu primo também. Nós corremos tanto que chegamos em casa em 5 minutos. Ahh, bons tempos!!!!!!!
Evandro Stempyniaki

Meu primeiro dia de aula


Quando eu tinha 6 anos, comecei a estudar. Meu primeiro dia de aula foi bom. No começo!! minha mãe me levou para a escola e eu fui todo feliz, pensando que era o começo de uma longa, divertida e, ao mesmo tempo chata história.
Naquela escola, e já tinha muitos amigos, mas quando minha mãe foi embora eu chorei até o intervalo. Me agarrei em um poste e ninguém conseguia me tirar de lá. Mas depois de foi tudo muito bem.
Eu sentia que aquele dia iria demorar a passar. E fiquei triste.
Naquele mesmo dia, eu aprendi a primeira letra do meu nome, fiz ele com bolinhas de papel colorido. E no outro dia, eu não via a hora de ir pra escola.
Diego Augusto.

Aqueles tempos


Eu sempre gostei de ir na casa dos meus avós, lá era um lugar calmo, e dava a simples sensação de paz e união.
Aquelas festas de fim de ano, ano novo e aniversários, sempre me desperta alegria e segurança. Nessas festas reuniam-se parentes e vizinhos, e nenhum outro acontecimento podem substituí-las.
O mais legal era a alegria do pessoal, todos dançavam, cantavam, falavam e gritavam, era a maior folia!
Ah, aquelas tele-mensagens que deixavam a festa ainda mais animada. Me dá saudade quando lembro que tudo isso já passou.
Alice Eduarda

quinta-feira, 8 de maio de 2008

exageros de mãe.

Já te disse mais de mil vezes que não quero ver você descalço. Nunca vi uma criança tão suja em toda a minha vida. Quando teu pai chegar você vai morrer de tanto apanhar. Oh, meu Deus do céu, esse menino me deixa completamente maluca. Estou aqui há mais de um século esperando e o senhor não vem tomar banho. Se você fizer isso outra vez nunca mais me sai de casa. Pois é, não come nada: é por isso que está aí com o esqueleto à mostra. Se te pegar outra vez mexendo no açucareiro, te corto a mão. Oh, meu Deus, eu sou a mulher mais infeliz do mundo. Não chora desse jeito que você vai acordar o prédio inteiro. Você pensa que seu pai só trabalha pra você chupar Chica-Bon? Mas, furou de novo o sapato: você acha que seu pai é dono de sapataria, pra lhe dar um sapato novo todo dia? Onde é que você se sujou dessa maneira: acabei de lhe botar essa roupa não faz cinco minutos! Passei a noite toda acordada com o choro dele. Eu juro que um dia eu largo isso tudo e nunca ninguém mais me vê. Não se passa um dia que eu não tenha que dizer a mesma coisa. Não quero mais ver você brincando com esses moleques, esta é a última vez que estou lhe avisando.


Millôr Fernandes......

FELIZ DIA DAS MÃES.............

Certo ou errado???


No mundo todo, existem vários países, cada um com sua cultura e linguagem. Algumas línguas podem até ser parecidas com as outras; mas não são iguais. Um exemplo é o Português de Portugal e o português do Brasil. Todos os idiomas do mundo têm pelo menos uma coisa em comum: a forma “culta” e a “coloquial” da linguagem.
Muitos definem culta como certa, e coloquial como errada. Na verdade, ambas estão certas, o uso de cada uma, vai de acordo com o lugar e situação em que o falante se encontra.
Ao usar a linguagem culta, devemos obedecer a várias normas e regras gramaticais; já no uso da forma coloquial não devemos nos preocupar com nada disso.
Normalmente usamos a forma coloquial, quando estamos com amigos, nos divertindo, por isso, não há nada de errado em falar do jeito que quisermos, e se preferir, até ignorando as normas gramaticais, que é o que acontece no nosso dia-a-dia.


Emberson

o fantástico mistério de feiurinha de Pedro Bandeira


O livro “O fantástico mistério de Feirurinha” é uma história que posso recomendar a todos, é muito interessante, pois ela é contada de uma maneira... Poxa! É um conto de fada em que você mergulha em queda livre na história.
O autor fala sobre uma coisa, que eu tenho certeza, que todos nós já prestamos atenção, que é o começo de todos os livros de história: “era uma vez, há muitos, muito anos atrás”, e termina: “e, enfim, foram felizes para sempre.” Mas, nos perguntamos o que quer dizer ser feliz para sempre?
Neste livro quer dizer as princesas de contos de fada se casar e viverem o resto de suas vidas sem aventura, isso realmente não é ser feliz, e sim “ser presa para sempre!”
A história conta que todas as princesas de contos de fada, já casadas e grávidas, iriam fazer bodas de pratas. É... pessoal! Menos a chapeuzinho vermelho, vocês já repararam que ela é a única que não encontrou um príncipe? Por isso não se casou no conto!! E por isso é tão invejosa!!
Um dia há muitos, muitos anos atrás... Branca de Neve estava em seu castelo, fazendo um par de sapatinhos para seu sétimo filho, foi quando entrou, desesperado, seu amigo (ajudante) Caio Lacaio, dizendo que sua amiga de contos de fada, havia desaparecido!! Quem era essa amiga?? FEIURINHA!!!
Então dona Branca resolveu chamar todas as princesas de contos de fada para uma reunião em seu castelo, e fica, a história toda, tentando descobrir!! Para onde foi Feiurinha!!

Thayrini

sexta-feira, 28 de março de 2008

O vampiro que descobriu o Brasil


O vampiro que descobriu o Brasil é um livro muito bom, conta a história de Antônio que recebeu uma mordida de vampiro no pescoço. Em busca de seu agressor, ele vai parar em um dos navios de Cabral. E assim, meio sem querer, acaba descobrindo o Brasil. Presente em grandes acontecimentos da nossa história, ele vai se meter em muita confusão e chegar a conclusões divertidas sobre o país.
Ivam Jaf é autor de diversos livros para jovens, que contam histórias do Brasil, misturando realidade e ficção, ele cria histórias bem humoradas que dão o que pensar.
Com tudo isso, eu faço um convite para todos os jovens lerem este livro, pois ele é engraçado e quem sabe, não aprende um pouco sobre o Brasil!!
Evandro - 7ºC